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Minha tragetória como investidor

Me chamo Frederico Oliveira, tenho quarenta e nove anos e até o ano de 2019 desconhecia completamente como investir em renda variável, aliás minha trajetória como investidor era praticamente nula pois meus investimentos até então se limitavam a poupança, CDB e previdência privada.

Confesso que a falta de interesse se dava pelo pouco acesso que eu –enquanto pequeno investidor– tinha a corretoras, informações qualificadas e até mesmo a plataformas de investimento. Felizmente o mercado mudou muito nos últimos anos, novas corretoras, as fintechs e o acesso democratizado a home brokers como o do Banco Inter, abriu um universo de novas possibilidades que me atraiu para o mercado de renda variável e onde descobri que é possível criar um futuro financeiro promissor, mesmo aos 50 anos.

É isso que vou compartilhar com você nesse blog, como eu aprendi e hoje tenho ganhos financeiros me tornando “sócio” de empresas como o Banco Itaú, Banco do Brasil, Ambev, Cemig, Light, Vale, Magazine Luíza e tantas outras empresas sólidas que têm ações na B3 (Bolsa de Valores) e que você também pode se tornar acionista delas por míseros R$ 12,00.

Como iniciei

Em 2019 um fato mudou radicalmente a minha jornada como investidor. Após receber uma dívida que até então estava perdida, resolvi investir esse dinheiro em algo que eu tivesse o controle absoluto e que pudesse obter resultados (lucro ou prejuízo) mais rapidamente. Assistindo a vídeos como os do O Primo Rico, Papo de Bolsa, Jovens de Negócio, EconoMirna, Dinheiro com Você e Yubb, descobri que o mercado de renda variável era o caminho a ser trilhado e nesse ponto a Bolsa de Valores (B3) caiu como uma luva no meu objetivo.

No primeiro mês separei 10% do meu capital e iniciei as minhas aplicações em açõe, no princípio tudo era novo e instigante, mas nem tudo deu certo e acabei perdendo parte desse capital. Ao contrário do que muitos fariam, resolvi me aprofundar e corri atrás de novas informações e conhecimentos e já no segundo mês aportei 80% do capital obtendo lucro de 3% sobre o montante investido.

Minha meta

Uma das coisas mais importantes que aprendi é que o mercado de ações varia e por isso chama-se RENDA VARIÁVEL. Isso significa que há grandes chances de subir, mas também há a possibilidade de descer e que nada -a não ser uma boa análise das empresas nas quais investir- lhe garante que terá apenas lucro e não prejuízos.

Para mitigar os prejuízos é preciso ter uma meta bem clara e objetiva e não abrir mão dela em hipótese alguma, por isso criei a seguinte regra +7 >< -2.

Nessa regra que sigo a risca uma ação pode me dar 7% de lucro ou no máximo 2% de prejuízo. Em outro artigo explico melhor essa regra.

O objetivo

Ter uma carteira de ações que me garanta não só um bom retorno sobre o investimento, mas também o acúmulo de dividendos periódicos que aumente o capital investido.

Meu compromisso

Compartilhar com você todo o conhecimento que adquiri e ajudá-lo(a) na formação de uma carteira de investimentos que possa assegurar um futuro tranquilo.

Quer ajuda para começar a investir?

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